A cada dia que passa, deparamo-nos com uma diversidade muito grande de situações, que, na maior parte das vezes, é fruto da economia globalizada em que vivemos, onde a exigência de atualização e reciclagem das informações é cada vez mais necessária.
Nunca o conhecimento e a aprendizagem foram tão valorizados como atualmente. Essa é uma clara indicação de que já vivemos na sociedade do conhecimento,
À medida que a sociedade torna-se cada vez mais dependente do conhecimento, é necessário desenvolver uma cultura de aprendizagem centrada na aprendizagem continuada ao longo da vida, isso porque como já sabemos, quanto maior a qualificação profissional, mais chances terá a pessoa de conseguir algo melhor ou de se conservar a posição que ocupa. Podemos constatar também que a necessidade de aprender hoje, não se faz apenas para conservar seu emprego ou mudar sua posição, mas também para ocupar a mente, se divertir, poder viver uma vida sem depender de outras pessoas.
A velocidade das mudanças que ocorrem na sociedade está aumentando rapidamente, tornando impossível pensar que a escola dará conta de prover todo o conhecimento de que um profissional necessita por isso, as instituições precisam mudar seus métodos e abordagens de aprendizagem, tornando a educação mais prazerosa
Vivemos numa sociedade que demanda novos conhecimentos, saberes e habilidades que propõe a seus cidadãos um contexto social com ritmos de mudança muito acelerados, que exige continuamente novas aprendizagens e que, ao dispor de múltiplos saberes alternativos em qualquer domínio, requer dos alunos e dos professores, ou qualquer pessoa que busca uma formação continuada, uma integração e relativização de conhecimentos que vai além da mais simples e tradicional reprodução dos mesmos.
Esta continuidade nos conhecimentos abrange, de um lado, a aquisição de conhecimentos e aptidões e, de outro, atitudes e valores, implicando no aumento da capacidade de discernir e agir. Essa noção de educação envolve todos os universos da experiência do ser humano, além dos sistemas escolares ou programas de educação não-formal.
Precisamos ensinar aos alunos a se tornarem aprendizes permanentes, continuadamente e aumentar a eficiência em seu esforço de aprendizagem, isto é, aprender a aprender.
Para que a aprendizagem seja eficaz, é preciso que os alunos deixem de ser apenas receptores de informação e se tornem construtores do seu próprio conhecimento, aprendendo a aprender, dentro do seu próprio estilo, ritmo e método de aprendizagem.
Evidencia-se que, cada vez mais, necessitamos de uma cultura de aprendizagem, onde as organizações de aprendizagem fazem parte do nosso cotidiano, estimulando os processos de aprendizagem em diferentes realidades, permitindo às pessoas adquirirem conhecimentos enquanto fazem compras no supermercado, ou visitando um museu, por exemplo, constituindo aprendizagens nas diferentes instâncias e em diferentes contextos.
Educação Continuada é aquela que se realiza ao longo da vida, continuamente, é inerente ao desenvolvimento da pessoa e relaciona-se com a idéia de construção do ser. Florêncio (apud Chiavenato, 2007) ressalta que: “é vital permanecer numa condição de aprendizado e atualização contínuos”.
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